Pelo Corredor da Escola

Apontar temáticas do cotidiano escolar é o objetivo primeiro deste blog, na intenção de ser "elo" entre as partes envolvidas (aluno/professor). A reflexão é o nome deste elo, que não só une, mas debate e critica os principais livros do Brasil e do mundo.

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Entre Lençóis



(Poesia de Israel Lima)

Inventamos formas de nos amar,

Não nos limitamos,

Demos asas aos nossos desejos.

Na mais alta cascata nos beijamos,

Rolamos nas águas cristalinas,

Foi você

Quem despertou

Tanto amor,

Toda paixão nos motivou...

Não temos precauções,

Nem previsão da altivez

E intrepidez desse sentimento

Que descobrimos entre lençóis.

Os nossos corpos

Rolaram entre lençóis macios

Todo vazio que antes

Havia naquele quarto escuro,

Iluminou-se e preencheu-se

Com nós dois...

Não deixamos nada

Pra depois,

Mas o que aconteceu entre nós dois

Não foi fantasia,

Nem momento ou passatempo,

O que aconteceu entre nós dois

Foi amor,

Só amor,

E mais nada,

Entre lençóis...

2 Comentários:

Rosemildo Sales Furtado disse...

Olá amigo! Eu também sou de opinião que no amor não deve existir limites. O amor tem que ser vivido com toda sua intensidade. É dar vazão ao instinto, e deixar acontecer.

Belo poema, muito profundo.

Abraços,

Furtado.

leila | REIS disse...

Olá, obrigada pela visita e pelo generoso comentário.

E o amor é assim mesmo, sem limites, vivído e reinventado a cada oportunidade que se manifesta. Um presente, no presente, que escolhemos se queremos permitir. Apenas assim, simples e indescritível!

Bj

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