Pelo Corredor da Escola

Apontar temáticas do cotidiano escolar é o objetivo primeiro deste blog, na intenção de ser "elo" entre as partes envolvidas (aluno/professor). A reflexão é o nome deste elo, que não só une, mas debate e critica os principais livros do Brasil e do mundo.

Para maiores informações falar com o Prof. Israel Lima

israellima7.4@bol.com.br


domingo, 24 de maio de 2009

Desculpas!!!


Prezados pais e mães de alunos, prezados professores, professores coordenadores do Ciclo I , diretores e supervisores

A coordenação do Programa Ler e Escrever pede desculpas a todos pelos transtornos causados pela inclusão do livro “Dez na área, um na banheira e nenhum no gol” no acervo da 3ª série. Detectamos uma falha no processo de seleção que levou à inclusão de tal livro, cujo conteúdo é inadequado aos alunos menores de 18 anos. Determinamos a retirada imediata do livro das escolas e estamos apurando responsabilidades e procedimentos para aprimorar o processo de seleção e evitar que ocorram problemas de tal natureza.

Agradecemos aos que nos alertaram e aos professores, coordenadores e diretores do Ler e Escrever que, ao se depararem com o livro, rapidamente o tiraram de circulação, impedindo que chegasse às mãos dos alunos.

A aquisição de vários títulos, de diversos gêneros textuais, para todas as classes do Ciclo I faz parte de uma série de estratégias do Programa Ler e Escrever que, conjugadas, têm o propósito de fomentar práticas de leitura entre nossos jovens alunos. Sabemos que a grande maioria deles não tem livros em casa e, menos ainda, livros infantis. Portanto, a decisão de montar esses acervos e colocá-los à disposição, acessíveis, nas salas de aula, visa democratizar o acesso à leitura.

Foram comprados mais de 800 títulos em caixas organizadoras de 40 a 45 volumes. As caixas ficam nas salas de aula, ao alcance dos alunos, de modo que leiam nos momentos entre uma atividade e outra, por exemplo; e, principalmente, durante atividades planejadas pelo professor, propostas nos Guias de Planejamento e Orientações Didáticas .

Fazem parte do acervo: livros poéticos, contos de fadas, contos étnicos, contos modernos, fábulas e lendas, entre outros, que foram selecionados de modo a contemplar uma diversidade de gêneros, autores, estilos e assuntos, compondo uma pequena biblioteca para ser desfrutada em cada sala de aula do Programa.

O Programa Ler e Escrever tem, sem dúvida alguma, trazido mais benefícios do que problemas. Professores, coordenadores, diretores, supervisores, professores coordenadores das oficinas pedagógicas têm, todos, se empenhado para que nossos alunos se alfabetizem plenamente e tornem-se verdadeiros participantes da cultura escrita.

Em um programa de tal abrangência, em uma imensa rede como a nossa, lamentavelmente, falhas podem ocorrer. Entretanto, não devem paralisar nem desvalorizar o trabalho que vem sendo feito. Já tomamos todas as providências cabíveis e vamos seguir em frente, adotando as correções necessárias e contando com o zelo de vocês para continuar trabalhando pela melhoria na qualidade da alfabetização dos alunos.

Coordenação do Programa Ler e Escrever

(Extraído do site da SEE)

Mais um Absurdo na Educação em São Paulo


São Paulo distribui a escolas livro com palavrões

Livros contendo expressões como "chupa r...", "c...." e "chupava ela todinha" foram distribuídos pela Secretaria Estadual da Educação de São Paulo como material de apoio a alunos da terceira série do ensino fundamental (faixa etária de nove anos), segundo reportagem publicada na edição desta terça-feira (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal) assinada pelo jornalista

Fábio Takahashi
.

O texto informa que o governo José Serra (PSDB) reconheceu o erro na distribuição dos 1.216 exemplares e determinou o recolhimento das obras.

O livro contém 11 histórias em quadrinhos produzidas por Caco Galhardo --também quadrinista da Folha. Uma das histórias mais criticadas por especialistas traz uma caricatura de um programa de mesa-redonda de futebol na TV.

Enquanto o comentarista faz perguntas sobre sexo, jogadores e treinadores respondem com clichês de programas esportivos, como "o atleta tem de se adaptar a qualquer posição".

De novo

Esta não é a primeira vez que o setor de educação do governo Serra se equivoca em relação aos livros distribuídos a alunos.

Em março deste ano, a pasta de Educação foi duramente criticada por professores da rede estadual por causa de erros em 500 mil livros didáticos distribuídos.

Um livro didático de geografia, usado por alunos da 6ª série do ensino fundamental nas escolas públicas, mostrava o Paraguai duas vezes em um mapa da América do Sul e exclui o Equador. O problema aparece tanto nos livros destinados aos estudantes quanto nas publicações destinadas aos professores.

À época, a secretaria creditou o problema a editora que o produziu e informou que determinou a troca das publicações com erros.

Outro lado

Em nota, o governo admitiu o erro ao distribuir a publicação e diz que o montante de 1.216 exemplares compõem apenas 0,067% dos 1,79 milhão de exemplares distribuídos aos alunos da rede.

A secretaria informou ainda que a obra é só uma entre as 818 escolhidas.

( Extaído da Folha Online - 19/05/2009)

Aluno coloca fogo em cabelo de professora em São José dos Campos (SP)


A Notícia abaixo não é nenhum caso da deusa do cabelo de fogo. Na verdade, foi o que um aluno fez com sua professora. Isto é um absurdo! Em que século estamos? Ufa! Formar professores para passar por teste de fogo, na cabeça?

Em São Paulo - Um estudante de 16 anos pôs fogo no cabelo de sua professora de 51 anos em São José dos Campos, interior de São Paulo, na manhã da última segunda-feira (18 de maio), de acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. O caso aconteceu na Escola Estadual Prof. Joaquim Andrade Meirelles, no bairro Jardim Satélite, e foi registrado na Delegacia da Infância e da Juventude do município.

A professora disse aos policiais militares que faziam a ronda escolar que o adolescente chegou por trás dela e ateou fogo em seu cabelo, que teria sido queimado até a metade.

O estudante, na delegacia, afirmou que estava brincando com bolinhas de papel na classe, quando viu o fósforo e resolveu acendê-lo. Segundo o adolescente, ele jogou o fósforo para o lado e, de forma não intencional, acabou atingido a professora. O aluno disse ainda que tentou apagar o fogo, mas a professora não teria compreendido a sua intenção.

O delegado solicitou exame de corpo de delito para investigar o ocorrido. O responsável pelo garoto se comprometeu a apresentá-lo à Vara da Infância de Juventude de São José dos Campos.

(Extraído do UOL Notícias)

Começou no dia 18 deste mês a distribuição de 3,3 milhões de Atlas para alunos da rede estadual


Material irá beneficiar estudantes de 5ª a 8ª séries e do Ensino Médio

Na segunda-feira (18/5), a Secretaria de Estado da Educação começou a distribuir 3,3 milhões de Atlas Geográfico Escolar para todos os estudantes de 5ª a 8ª séries do Ensino Fundamental e dos três anos do Ensino Médio. O material vai auxiliar os alunos durante as aulas de geografia e história. Para a aquisição dos Atlas o Governo do Estado investiu cerca de R$ 6,5 milhões.

O material, que é parte do programa Apoio ao Saber, conta com conteúdo sobre o Universo, a Terra, mapas que trazem informações dos aspectos físicos, políticos e econômicos de todos os continentes. O Brasil recebe uma atenção especial: um capítulo inteiro com informações das cinco regiões do país. O Atlas conta também com um glossário de expressões e termos usados no material.

Os Atlas serão entregues, até a segunda quinzena de junho nas escolas estaduais da Capital, Grande São Paulo, interior e litoral de São Paulo. Os alunos poderão levar o material para casa.

“Estamos investindo em materiais de apoio, que auxiliem os estudantes na realização de pesquisas e na execução de trabalhos”, afirma o secretário de Estado da Educação, Paulo Renato Souza.

(Extraído do site da SEE, 18 de Maio de 2009)

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