Pelo Corredor da Escola

Apontar temáticas do cotidiano escolar é o objetivo primeiro deste blog, na intenção de ser "elo" entre as partes envolvidas (aluno/professor). A reflexão é o nome deste elo, que não só une, mas debate e critica os principais livros do Brasil e do mundo.

Para maiores informações falar com o Prof. Israel Lima

israellima7.4@bol.com.br


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sábado, 9 de maio de 2009

Parabéns a Você que já é Mamãe!!!

E a Você, que em Breve, também, Será!!!

Feliz dias das Mães!!!




Como Forma de Homenagear a todas as mamães escolhi postar esta reportagem, que também serve como precaução as novas mamães.

Leia, Vale muito, julgo importante!


São nove longos meses, mas a natureza é sábia: o tempo é suficiente para a mulher ir se adaptando às mudanças em seu corpo, aprendendo a entender seu emocional, se adequando ao novo papel que irá assumir - para sempre - no momento em que o bebê vier ao mundo (embora as mamães de primeira viagem ainda não tenham noção clara do que as espera).

A chegada de uma nova pessoa na família normalmente é motivo de muita alegria e expectativa para todos, mas é a mulher que sente a nova vida desde seu início. A gravidez é um fenômeno fisiológico e um período muito especial na vida da mulher, que passa a sentir uma série de modificações em seu corpo (tantos internas como externas) e é tomada pela emoção de gerar um novo ser.

As alterações sofridas pela gestante são físicas, mas aspectos psicológicos (sono em demasia, sensibilidade aflorada, vontades incontroláveis de comer certos tipos de alimentos, baixa autoestima ...) devem ser levados em conta, do primeiro ao último trimestre da gravidez.

Por isso, é importante cercar-se de alguns cuidados para garantir uma gravidez saudável e tranqüila, a começar pelo acompanhamento de um ginecologista e de um obstetra assim que se descobrir grávida. O apoio psicológico pode também ajudar no preparo para um bom parto, na mudança de papel com a maternidade e ainda prevenir a depressão pós-parto.

Como se vê, cuidar do corpo e da mente e contar com a família e amigos são aspectos fundamentais para tornar esse período realmente especial na vida da mulher. Veja as dicas do site médico (www.sitemédico.com.br) para uma boa gestação:

Pré-natal

É o período que inicia com o diagnóstico da gravidez até o parto. De acordo com o ginecologista e obstetra Carlos Ivan Beduschi, muitas das complicações relacionadas à gravidez ocorrem nos primeiros três meses de gestação. Quanto mais precoce é realizada a consulta, mais cedo o médico pode diagnosticar, orientar e tratar possíveis problemas. O pré-natal inclui, entre outros cuidados, exames laboratoriais e consultas periódicas ao médico até o parto.

A duração da gravidez é de 280 dias (em média), isto equivale a 40 semanas a partir do 1º dia da última menstruação. O cálculo da data provável do parto é feito a partir da soma de 9 meses e 7 dias deste 1º dia da última menstruação.

Alimentação

A nutrição da mãe durante a gravidez tem muita influência sobre o bebê. A mulher deve continuar se alimentando por uma, não por duas pessoas. O correto é comer o suficiente para manter a mãe nutrida. Valorize a qualidade e não a quantidade de alimentos. Uma grávida em média necessita apenas de 300 calorias a mais por dia. Mantenha hábitos alimentares saudáveis comendo verduras, frutas, cereais, leite e proteínas.

Enjoos

Os enjoos são bastante comuns no início da gestação e eles se devem principalmente às intensas modificações hormonais, às quais, aos poucos, o organismo se adapta. Para controlar enjôos e azia, a futura mamãe deve comer fracionado, isto é, pouca quantidade em várias refeições, além de evitar períodos longos sem comer e reduzir a ingestão de gorduras. Comer uma maçã ou comer duas bolachas de água e sal podem ajudar.

Olho na balança

Controle seu peso. Engordar em excesso pode trazer um acúmulo de tensão ou inchaços, nos pés e articulações, exigindo um esforço adicional do coração. Os valores aproximados em uma gestação são os seguintes: 3kg para o feto, 700g para placenta, 900g para o líquido amniótico, 900g para o útero, 450 para as mamas, 1.350g para o volume sanguíneo, 1.350g para outros fluidos orgânicos e 2 a 3 kg para reserva de gordura para a lactação. Durante a gravidez, o indicado é a mulher engordar entre 9 a 12 kg, dependendo da idade, estrutura óssea, atividade física e peso atual.

Gravidez e beleza

A gravidez é um período naturalmente feliz, mas que exige cuidados redobrados com o corpo da mulher, incluindo pele e cabelo. Isso porque, além da maior presença de hormônios femininos e da pele mais oleosa e esticada, os nutrientes precisam ser divididos entre mãe e filho.

Dermatologista do Hospital Albert Einstein, Mário Grinblat, diz que durante os três primeiros meses, é natural o aumento na oleosidade da pele, o que pode gerar o surgimento da acne. A saída é realizar uma limpeza de pele por mês e aplicar produtos compostos por peróxido de benzoila e ácido glicólico. Estão liberados peelings de cristal e de frutas, que realizam apenas uma leve esfoliação. Os cremes clareadores, por sua vez, devem ser usados com cautela, com a ressalva de que produtos que contêm vitamina A e derivados podem causar danos ao feto.

Outro problema que incomoda as mulheres é o surgimento de estrias ou flacidez na região do abdômen, mamas, coxas, nádegas e quadril. As grávidas podem tomar sol, mas com uso de proteção solar em gel ou oil free com fator 25 ou 30. Já a depilação pode ser feita normalmente, com exceção da técnica a laser.

Desejos e aversões

Segundo a psicóloga Cristiane Maluhy Gebara Ferreira, especialista em cinesiologia, interação fisiopsíquica e terapia cognitivo-comportamental, existem algumas teorias para os desejos e aversões manifestados pelas grávidas:

Baseadas em superstições e folclores (quando o alimento desejado não é ingerido, a criança pode nascer desfigurada ou com marcas);

Desejos de comer barro, cimento e outros podem estar ligados à necessidade de compensar deficiência nutritiva;

Fundo psicológico: insegurança, sugestão, ambivalência, necessidade de atenção;

Alterações de paladar e olfato (preferência por alimentos picantes).

Paulistas desconhecem riscos da hipertensão

Levantamento da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo - Socesp, em parceria com o Instituto Datafolha, constatou que de cada cem paulistas apenas seis conhecem a taxa ideal para a pressão arterial e somente 18% dos entrevistados consideram a hipertensão um fator de risco para o coração. A pesquisa foi feita em 2008 com 2.096 pessoas, entre 14 e 70 anos, em 85 cidades representando os 645 municípios do Estado de São Paulo A falta de conhecimento da população com relação a um dos principais fatores de risco cardiovascular foi ainda mais em cidades do interior e litoral.

"A doença não apresenta sintomas e conscientização da população é essencial para combater o problema. A hipertensão arterial aumenta em até 110% as chances de uma pessoa ter infarto ou derrame", explica o coordenador da pesquisa, Álvaro Avezum.

A orientação à população inclui medir a pressão com regularidade, pelo menos uma vez por ano, fazer atividade física, e se alimentar de forma mais saudável, com mais frutas, verduras e legumes na dieta e com pouco sal.


Dez principais causas de mortes entre brasileiros

O perfil de mortalidade da população brasileira hoje acompanha a tendência mundial de morte por doenças crônicas. Os hábitos de vida inadequados como a má alimentação, consumo excessivo de álcool, tabagismo e o sedentarismo contribuíram para que as doenças cardiovasculares passassem a liderar as causas de morte no país.

Um total de 32,2% das mortes no Brasil são originadas por doenças do aparelho circulatório. O derrame cerebral é a principal causa isolada de morte no país, representando cerca de 10% do total de óbitos.
Segundo o relatório Saúde Brasil-IBGE (2007), as principais causas de morte no país (ano base 2005) foram: doenças do aparelho circulatório (a principal causa de morte nos homens é o infarto do miocárdio e nas mulheres é o derrame cerebral); neoplasias (16,7%, a principal causa de morte por tumores em mulheres é o câncer de mama e nos homens, o câncer dos pulmões); causas externas (14,5%).

Seguem as doenças do aparelho respiratório (11,1%), endócrinas nutricionais e metabólicas (6,1%); do aparelho digestivo (5,7%); infecciosas e parasitárias (5,3%); do aparelho urinário (2,1%); do sistema nervoso (1,9%) e malformações congênitas (1,1%). Nos estados do Norte e Nordeste os casos de homicídios e de acidentes são a segunda causa de morte, superando as neoplasias.

Por outro lado, a expectativa de vida ao nascer dos brasileiros vem aumentando. A média de vida que era de 45,5 anos de idade em 1940, foi para 72,7 anos em 2008 (27,2 anos de vida a mais). Em 2050, esse patamar será de 81,3 anos - o nível atual de expectativa de vida na Islândia.


(Boletim Informativo - Jornal da Orla - 02/05/2009 09:20

Título Original da Matéria: A longa espera da maternidade

Mírian Ribeiro - Saúde)

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