Pelo Corredor da Escola

Apontar temáticas do cotidiano escolar é o objetivo primeiro deste blog, na intenção de ser "elo" entre as partes envolvidas (aluno/professor). A reflexão é o nome deste elo, que não só une, mas debate e critica os principais livros do Brasil e do mundo.

Para maiores informações falar com o Prof. Israel Lima

israellima7.4@bol.com.br


sexta-feira, 12 de junho de 2009

Secretaria lança Sistema de Proteção Escolar


Programa conta com grupo de ações de combate à violência escolar

O secretário de Estado da Educação, Paulo Renato Souza lançou na manhã desta sexta-feira (29/5) o Sistema de Proteção Escolar, projeto ambicioso que reúne diversas ações para combater à violência no ambiente escolar.

O programa não visa apenas coibir atos violentos dentro das escolas, mas tem como principal vertente atrair pais, comunidade e sociedade civil para o universo escolar.

O Sistema de Proteção Escolar foi ampla e cuidadosamente estudado para proporcionar aos alunos, professores, funcionários e toda a comunidade do entorno das escolas estaduais um ambiente adequado para o desenvolvimento intelectual e social dos jovens paulistas.

Cerca de 1.700 professores e diretores da rede estadual de ensino participaram da videoconferência de lançamento do programa. O evento teve a participação do secretário, Paulo Renato Souza, do diretor de ensino da Polícia Militar do Estado, coronel Paulo César Franco, e do secretário de educação do Distrito Federal, José Luiz da Silva Valente, que apresentaram os objetivos do programa e ouviram sugestões e questionamentos dos educadores de todo o Estado.

Detalhamento do Programa

O projeto conta com a elaboração do Manual de Procedimentos e o Manual de Conduta Escolar, dois importantes instrumentos que servirão de referência para a convivência no ambiente escolar. Os materiais trazem, de forma padronizada, normas de conduta e procedimentos que devem ser adotados pelas escolas estaduais diante de situações de conflito. São ferramentas que permitem orientar e qualificar a atuação de professores, diretores e funcionários de como proceder diante de situações que oferecem risco à comunidade escolar. Todas as 5,3 mil escolas da rede estadual receberão o material.

A rede estadual ainda contará com um sistema eletrônico de registro de ocorrências escolares. Esse sistema estará disponível na internet, para que os diretores das escolas notifiquem à Secretaria de Estado da Educação as ocorrências envolvendo o público escolar, a escola e seu entorno.

Também foi desenvolvido o Canal Livre, espaço pensado para que a comunidade, professores, diretores e os próprios alunos possam expressar suas dificuldades, ideias e soluções para problemas do cotidiano escolar.

Além disso, a primeira fase do Sistema de Proteção Escolar conta ainda com a implantação de um sistema de vigilância e monitoramento eletrônico que prevê a instalação de 11 mil câmeras de vigilância em 2.200 escolas Capital e Grande São Paulo, a partir do mês de agosto.

As imagens captadas serão monitoradas por uma central operada por profissionais devidamente treinados que poderão acionar os órgãos competentes.

“Estamos iniciando uma nova etapa na segurança das escolas. O sistema de proteção escolar será um reforço significativo para reduzirmos os casos de violência nas escolas”, afirma Paulo Renato.

O secretário ressaltou ainda a importância da participação dos educadores no sucesso do projeto, “na grande parte dos casos, a violência não nasce na escola e sim, invade o ambiente escolar.” “Dar ferramentas para os educadores administrarem e conterem atos de violência em ambiente escolar é necessário. Porém, para que o programa alcance seus objetivos, é fundamental haver o envolvimento de toda a comunidade escolar, de pais, alunos e da sociedade”, concluiu o secretário de Estado da Educação.

(Extraído do site da SEE - 29 de Maio de 2009)

Educação tem 77% de aprovação dos Paulistas



Índice é resultado da última pesquisa Datafolha
As ações desenvolvidas pela Secretaria de Estado da Educação em prol dos cerca de 5 milhões de alunos da rede estadual são aprovadas por 77% dos paulistanos. O número é resultado da pesquisa Datafolha divulgada esta segunda-feira (1/6). Foram ouvidas 2.058 pessoas com 16 anos ou mais, em todo o Estado entre os dias 26 e 28 de maio. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

De acordo com o Datafolha, 44% das pessoas entrevistadas avaliam como ótimo/bom os programas e ações aplicadas nas 5.300 escolas estaduais e 33% dos entrevistados avaliam a educação como regular. A Secretaria de Estado da Educação é a terceira secretaria do Governo do Estado mais bem avaliada pelos paulistas, ficando atrás apenas da Cultura (47%) e Esporte (46%). A aprovação do Governo Estadual é ainda maior, 56% dos paulistas ouvidos pelos pesquisadores consideram o governo José Serra como ótimo/bom.

“Os números mostram que estamos no caminho certo. Os programas desenvolvidos pela rede estadual de ensino são amplos e profundos. Foram elaborados para oferecer uma educação de qualidade para os jovens de São Paulo”, afirma o secretário de Estado da Educação, Paulo Renato Souza.

(Extraído do site da SEE- 01 de Junho de 2009)

Fundamentos da Educação Inclusiva com ênfase na deficiência física


Diálogos Interdisciplinares nos processos inclusivos


Objetivo: construir um diálogo entre as perspectivas que discutem a
inclusão de pessoas com deficiência a partir das dimensões físicas e
biológicas e aquelas que privilegiam seus aspectos históricos,
sociais, psicológicos e educacionais. Busca-se ainda configurar uma
discussão interdisciplinar nas relações entre educação e saúde; ética;
nas relações das políticas públicas de inclusão social e educacional e
nas políticas de formação de professores.

Público Alvo- professores e profissionais de saúde interessados na
discussão sobre os processos de inclusão social e educacional de
pessoas com deficiência.

20/06/09- Escafandro e a Borboleta: refletindo sobre os modelos
médico-psicológico e social

8h às 12h

Coordenador: Dra. Márcia Mareuse (Unifesp e Centro Universitário São Camilo)

Componentes da Mesa:

Lydiane Fabretti (Unifesp e Lar Escola São Francisco )

Ms. Cristina Masiero (Unifesp e Lar Escola São Francisco)

Dra. Roberta Galasso (Unifesp e Lar Escola São Francisco)

26/09/09 - Aspectos Legais e Práticas Sociais: a construção dos
processos inclusivos

13h às 17h

Coordenador: Maria Izabel Strong (Unifesp e Centro Universitário São Camilo)

Componentes da mesa:

Ms Rosangela Pezzoti: (Unifesp e Universidade São Francisco)

Marcia Nardi (Unifesp e Lar Escola São Francisco)

Ms Cristina Masiero (Unifesp e Lar Escola São Francisco)

Ms Maria Dolores Fortes (PUC/SP)

03/10/09 – Construção histórica do sujeito como objeto da ciência

13h às 17h

Coordenador: Dra.Maria de Fátima Carvalho (Unifesp)

mesa:


Ms. Sonia Pereira (Unifesp e Centro Universitário São Camilo
Ms Rosangela Pezzoti (Unifesp e Universidade São Francisco)
Dra. Rosamaria de Medeiros Arnt (Pesquisadora CNPq)



(Enviado pela Profa. Dra. Diva no dia 02/06/09.)

MEC Divulga Diretrizes Para os Planos de Carreira do Magistério


O Ministério da Educação publicou no Diário Oficial da União de 29 de maio a Resolução nº 2, que fixa as Diretrizes Nacionais para os Planos de Carreira e Remuneração dos Profissionais do Magisté rio da Educação Básica Pública.

Comparadas ao plano de carreira da Secretaria Municipal de Educação, as diretrizes não representam nenhuma inovação para os profissionais de educação da rede municipal de ensino de São Paulo. A Resolução também não apresenta itens ainda não-conquistados depois de longos anos em que o SINPEEM sempre defendeu questões como carreira aberta, realização de concursos, desenvolvimento na carreira por meio de evolução progressiva, concurso, remoção, entre outros.

Conheça a Resolução do MEC que, para muitas redes de ensino do Brasil pode significar avanço:

(Extraído do INFORMATIVO SINPEEM -05/06/2009)
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